Novos arranjos familiares e os múltiplos sentidos da adoção

Alessandra de Andrade Rinaldi

Resumo


 

 

 

O presente trabalho tem por objetivo apreender o que move indivíduos ou casais a ingressarem com uma ação de adoção. Busca-se compreender como as prescrições de gêneros impõem a reprodução como imperativo, levando homens e mulheres inférteis à busca pela filiação socioafetiva. Objetiva-se, entretanto, problematizar a exclusividade destas prescrições na escolha por uma paternidade/maternidade adotiva. Em termos empíricos, o artigo, apoiado FAPERJ, versa sobre pesquisa em habilitações e em processos de adoção de crianças e adolescentes, que tramitaram, entre 2000 até 2009 nas Varas da Infância, Juventude e do Idoso da comarca do Rio de Janeiro.

 


Palavras-chave


família; adoção; relação entre os gêneros

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DOI: https://doi.org/10.22409/antropolitica2017.0i43.a372

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